MiniCurso Jquery – IV SimSis

Foi realizado na última semana o IV Simsis – Simpósio de Sistemas de Informação, fui convidado para ministrar um Minicurso sonbre Jquery, utilizando uma abordagem mais prática, com exemplos que pudessem ser realizados com fácilidade.
Então segue abaixo a apresentação feita para o Minicurso e um arquivo com o html que serviu de base para os exemplos e um documento com todos os códigos nescessários.
Arquivo de Exemplo – [zip]

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A Era do Social: a substituta da Era da informação

Na década passada, sempre ouvíamos falar que estávamos vivendo a era da informação, que esta seria o bem mais valioso para uma organização, quem possuía informação, tinha grandes vantagens competitivas em relação aos outros.  O Domínio da internet passava pelos sites de busca, pela explosão da utilização do email como forma de comunicação e pela valorização e busca constante da informação e do conhecimento.

As eras anteriores foram diminuindo a sua duração com o passar do tempo, de vários séculos passaram a poucos anos, e hoje vivemos em intensa mudança, e acompanhamos de camarote o início de um novo paradigma, de uma nova era; a era do Social.

Na “era do Social” estamos observando uma alteração de valores, a migração de poder, da informação para os relacionamentos.  A popularização da informação e de seus meios de obtenção e exposição, fizeram com que os consumidores de conteúdo passassem a também produzir e compartilhar, gerando a banalização da informação.  Ou seja, tornou-se algo de fácil acesso em que todos podem obter, gerar e compartilhar.

Está havendo então uma explosão na produção de conteúdo, o tempo de duração da relevância das informações passou a ser de minutos e em alguns casos de segundos. E esta produção deixou de ser feita de forma exclusiva por grandes mídias e profissionais, e sim por amadores com acesso a câmeras, banda larga, celulares e logicamente toda uma rede de distribuição através de seus contatos nas redes sociais. Isto pôde ser bem observado, em um caso recente, no ataque a casa em que Osama Bin Laden estava escondido, em que um vizinho, sem saber o que estava ocorrendo, narrou todos os fatos via twitter, antes de qualquer rede de televisão sequer soubesse de nada. Outro exemplo, foram os terremotos no Japão, em que os acontecimentos era narrados no momento em que ocorriam, videos eram postados, pessoas desaparecidas eram procuradas e localizadas, tudo através dos relacionamentos e conexões nas redes sociais.

Na era da informação, a definição de internet era uma rede de computadores interligadas, na era do social isso tem mudado, são pessoas conectadas, interligadas,  interagindo e compartilhando informações.  A web ganhou rosto e opinião, as experiências dos seus vizinhos, amigos e  celebridades passaram a impactar no seu cotidiano, influenciar suas decisões, gerando um impulso para você compartilhar também suas experiências, criando um efeito parecido com uma pedra jogada na água, gerando ondas de repercussão.

Esta fase, não iniciou agora, vem crescendo gradativamente, fóruns já eram utilizados para o compartilhamento, mas não se tinha o relacionamento entre as pessoas em primeiro plano, e isso ocorreu com a popularização das redes sociais, onde as pessoas e suas conexões passaram a ser tão ou mais importantes que a informação em si.

Mas não é só a forma de consumo da informação que está sendo alterada pela era do social, o comércio e os negócios também estão sendo afetados. O consumidor passou a ter voz ativa, suas reclamações e aspirações, antes isoladas passaram a fazer eco e a atingir grandes públicos (Como o caso da consumidora que com seu carro apresentando problemas, criou um site e compartilhou seus problemas, rapidamente virou febre nas redes sociais, fazendo com que a empresa resolvesse seu problema).

Com esta mudança de mentalidade, as redes sociais foram as maiores beneficiadas, com o crescimento de acesso e de valor de mercado. Com facebook valendo bilhões, twitter milhões, surgem milhares de redes diariamente no mundo, sem a mesma repercussão, mas buscando seu espaço na tentativa de agrupar audiência.  Agora, a segmentação passa a ser a palavra da moda na Era do Social, já que o global já está sendo atendido pelos grandes players, chegou a hora do local e  de grupos menores (Teoria da Cauda Longa). O Comércio e os Negócios baseados em redes sociais estão ganhando destaque, redes de contatos e indicação profissional passaram também a fazer parte desta era da conexão, do compartilhamento, do Social.

Em um assunto tão amplo, tentei resumir minha idéia central sobre o surgimento e consolidação desta era, poderia ter aprofundado mais, porém, o texto ficaria muito longo, então vamos tentar levar essa discussão a frente nos próximos posts.

Então é isso, Até a próxima e viva o Social!

 

 

http://migre.me/4C8ZT  | A ERA DO SOCIAL: a substituta da Era da informação  |  #RedesSociais #Tendências #EraSocial
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Dicas de SEO: Otimizando seu site para os sistemas de busca

Você vai dar dicas de SEO, mas eu nem sei o que é SEO.

SEO é a sigla referente a Search Engine Optimization, que em português significa otimização para sistemas de busca.  São técnicas e métodos utilizados para melhorar o posicionamento de um site nas buscas na web.  Diversos aspectos influenciam este posicionamento, como Título da página, Meta tags, conteúdo, imagens com descrição, url, links, etc.

O SEO tem o objetivo de fazer com que um site seja encontrado, auxiliando o usuário a encontrar conteúdo relevante a sua pesquisa.

Beleza, agora já sei o que é SEO, e as dicas?

Estas dicas são iniciais para melhorar o desempenho do seu site nas buscas, porém, o SEO é um trabalho de médio/longo prazo, e está nas primeiras posições leva tempo e muito trabalho.

1 – Utilize padrões web em seu código

Saiba que os motores de busca lêem o seu código, e quanto mais simples e semântico ele for mais facilmente será indexado. Separe Conteúdo de apresentação, utilize css para estilizar o seu site, e  use as tags corretas do HTML e Frames nem pensar. No próximo post falaremos mais sobre os padrões web.

2- Flash? Que Flash?

Menus em flash, ou até mesmo um site todo em flash, é o pesadelo dos motores de busca, eles não podem localizar os links e indexar e tornar relevante o conteúdo dentro do Flash. Dica: É possível conseguir efeitos semelhantes com Javascript, e seus links serão facilmente capturados pelos buscadores.

3 – Conteúdo

E você pensando que seria fácil. Conteúdo relevante e atualizado, é muito importante para o SEO, a taxa de atualização é um dos fatores que são medidos pelos motores de busca.

4- Links, links e links.

Faça com que o seu site seja linkado, mas quanto mais relevante for a origem do Link melhor. Utilize Redes Sociais, Fóruns de temas relacionados ao assunto do seu site, agregadores de conteúdo como o REC6, para divulgar e receber links, esta dica é essencial.

5 – Utilize palavras chave

Contextualize seu conteúdo, coloque palavras chave e ajude seu usuário a te encontrar. Pode-se utilizar as categorias como palavras chave, isso ajuda a defini-las.

6 – Coloque descrição em suas imagens e utilize Texto Alternativo.

A tag ALT das imagens serve para isto, utilize para descrever a imagem, isso também será indexado.

7- O Google é seu amigo, use-o.

O Google tem diversas ferramentas para auxiliar o processo de SEO no seu site, como o Google Webmaster Tools, o Google Analytics, etc. E por falar em Google Analytics, coloque seu código no rodapé da página, os motores de busca querem indexar seu conteúdo, não seus scripts e códigos, então deixe-os por último para serem lidos.

8- Url Amigáveis.

Nada de endereços como www.seusite.com.br/noticia.php?cod=5. Isso não é nem um pouco relevante, observe melhor agora: www.seusite.com.br/noticia/tudo-sobre-seo.php. Qual você clicaria primeiro? É os motores de busca também pensam assim.

9- Não deixe de usar as Tags de Título <h1><h2><h3> etc…

Isto vai fazer com que você destaque certas palavras ou frases que serão indexadas com maior relevância nas buscas.

10- Dica para quem usa WordPress.

Existem Plugins que facilitam e muito a vida de quem quer fazer uma otimização em seu site. O que eu utilizo e recomendo é o  WordPress SEO by Yoast.

 

Então é isto pessoal, são os primeiros passos, agora é começar o trabalho para obter relevância. E a frase mais importante é  ”Conteúdo é o mais importante, e é o que tornará seu site relevante”.

Até a Próxima.

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Análise de Site: Vitória da Conquista Classificados X Feira do Rolo de Conquista

Bem, minha intenção não é ser o dono da verdade absoluta, e sim colocar minha opinião em relação aos sites da cidade de Vitória da Conquista, as análises são puramente pessoais, e não buscam denegrir nem menosprezar o trabalho feito por ninguém, mas cada um tem sua opinião e é livre para expressá-la. Então vamos a primeira análise dos sites de Vitória da Conquista.

A análise irá consistir de 5 etapas que podem ser alteradas de acordo com a categoria em que os sites se encontram. Neste caso são: Endereço, Código (Html, Css, Javascript), Usabilidade, Visual e Conteúdo.

Sites de Classificados:

Os oponentes:


Feira do Rolo de Conquista

www.feiradorolodeconquista.com.br

Vitória da Conquista Classificados

Vitória da Conquista Classificados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tópico 1: Endereço

Os dois sites apresentam problemas em relação a isto, no caso do Vitória da Conquista, o endereço não é o primário do site,e sim uma seção do site principal. Enquanto no caso do Feira do Rolo de Conquista o problema é no tamanho do endereço, nossa, chega cansar pensar em digitar feiradorolodeconquista.com.br, o vitoriadaconquista.com.br é mais amigável, e por ser o nome da cidade o domínio é mais facilmente lembrado.

1 x 0 -  vitoriadaconquista.com.br

Tópico 2: Código

Eu me senti em 1997 analisando o código do Feira do Rolo de conquista, o layout é todo feito em tabelas com Iframes, css inline e tudo o que não deveria ser feito ao se codificar um site. Sem contar a poluição do código, com javascript no meio do bolo, com css misturado, ou seja uma bagunça. Pude observar também no Feira do Rolo a não adoção de nenhum framework, ou CMS conhecido, me levando a crer que foi feito do zero ou utilizando da famosa colcha de retalhos (código de um aqui, de outro ali, de mais um acolá), porém, não posso julgar isso pois não tive acesso ao backend do site. Outra coisa decepcionante é tentar acessar o site com o Chrome, o layout quebra completamente tornando inviável sua utilização neste navegador.

Feira do Rolo de Conquista com Layout Quebrado no Chrome

 

 

O Vitória da Conquista Classificados por outro lado tem um dos códigos html mais limpos e comentados que eu pude observar, muito disso graças ao seu motor, o famoso WordPress, pude observar que para criar o site eles utilizaram um tema chamado Classipress, voltado para a gestão de classificados on line. É um Tema pago, desenvolvido pela Appthemes , o tema original está neste endereço http://www.appthemes.com/demo/?theme=classipress, houve algumas alterações visuais no tema, mas não muitas. O site funcionou bem no Firefox, Internet Explorer, Google Chrome e Opera.

2 x 0 – vitoriadaconquista.com.br

Tópico 3: Usabilidade

A disponibilização das categorias nas laterais do Feira do Rolo é um ponto positivo, não gostei muito(é a minha opinião) da disposição das categorias antes dos anúncios do Vitória da Conquista.

No caso do lançamento de anúncios, os dois sites deixam logo visíveis o acesso, porém, o lançamento no Feira do Rolo ainda me pareceu um pouco desatualizado (Aliás, é melhor o site se atualizar mesmo), enquanto graças ao excelente trabalho do wordpress o Vitória da Conquista se torna mais usual. Eu até iria concordar com um empate nesta categoria, mas pegando um gancho na categoria anterior, só de me fazer mudar de navegador para acessar o site o Feira do Rolo perdeu pontos.

3 X 0 vitoriadaconquista

Tópico 4: Visual (layout | Design)

O Feira do Rolo como eu falei me parece estar em 1997, um site sem nenhum atrativo visual e que enche o visitante de propagandas, Flash Popups, e muita poluição visual, a disposição de propagandas sem critério algum, todas em flash piscando nos seus olhos não é a melhor das experiências. Uma melhor organização e redução das propagandas já melhoraria o site  um pouco, eu sei que é a renda do site, que nem relógio trabalha de graça, mas foco é importante. Não adianta encher o site de propagando sendo que ninguém vai  acabar vendo nenhuma ou todas, não dando importância pra nenhuma. o Anunciante prefere o que? Pagar mais e ser visto ou pagar pouco pra visibilidade quase zero.

Não tem muito o que falar do design do Vitória da Conquista, pois é o tema Classipress um pouco alterado, mas tem muitos pontos positivos, como o visual clean, as cores estão bastante harmoniosas (Isto foi por conta do pessoal do site). Eu sou um dos que concordam que é desnecessário reinventar a roda, o WordPress é robusto, bem estruturado e com uma comunidade de desenvolvedores muito forte e participativa, não conheço a estruturação do tema Classipress, mas lógicamente ele tem ferramentas muito úteis para o desenvolvimento de sites de classificados, porém, acho que o pessoal do site poderia customizar mais  o tema, , logo quando eu visitei o site pela primeira vez achei perfeito, mas depois de observar um pouco mais chequei ao Classipress e vi muitas semelhanças, o que pode ocasionar a bolha de classificados iguais em conquista o mesmo que ocorre com os sites de compra coletiva, mas isso é questão para próximos posts. Finalizando, ponto para o Vitória da Conquista.

4 X 0 – vitoriadaconquista.com.br

Tópico 5 – Conteúdo

Para não falarem que estou implicando com o site do Feira do Rolo e não estou, o conteúdo ou seja os classificados estão muito mais abundantes do que os do Vitória da Conquista. O tempo de web do primeiro é bem maior, os acessos também. O Conteúdo de ambos é bem categorizado. Como o sucesso de um site de classificados está mais no seu conteúdo e participação ativa de seus usuários, vide o caso da Graig List (maior site de classificados dos EUA e muito feio!), o ponto desta categoria vai para o Feira do Rolo.

4 x 1 – vitoriadaconquista.com.br

Conclusão

Como classificados online, os dois sites cumprem seu papel, o Vitória da Conquista com mais estilo, mas o Feira do Rolo tem o conteúdo e o maior número de anúncios e  usuários (visitantes) como um grande trunfo.

O pessoal do Feira do Rolo deve abrir o olho, investir em melhorias significativas e largar o desenvolvimento de sites em tabelas (principalmente isso) e fazer uma gestão melhor da publicidade on-line.

Não estou apenas criticando os sites, e sim fazendo uma análise, apontando seus pontos fortes e fracos, mas fazendo sim uma crítica construtiva em relação as melhorias que estes sites podem obter.

Então até a próxima!

 

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Cloud Computer: SaaS – O Sofware como Serviço

Nos posts anteriores começamos a fazer uma abordagem simplificada do Cloud Computer, falamos também de algumas tipologias, como o IaaS e PasS. Agora abordaremos a camada de software em computação nas nuvens.

SaaS, é a sigla para Sofware como Serviço, e pode ser explicado como um modelo para distribuição de software, onde este não é vendido e instalado localmente, e sim o acesso ao serviço oferecido por este software é licenciado para a utilização via internet.

É uma mudança de paradigma, anteriormente o software era visto como um produto, um bem adquirido e agora passa a ser um serviço prestado, isto, muito tem haver com a evolução das tecnologias, que acaba levando a área de TI a ser uma commodity e não mais um diferencial. As soluções de software passam a ter geralmente as mesmas funcionalidades, independente de fabricantes, ERPS, CRMS e afins variam muito pouco. O que faz com que a área de tecnologia e software passe a concorrer a partir dos custos de implantação e manutenção.

Observando estas mudanças, o Cloud Computer caiu como uma luva, redução de custos, facilidade na manutenção (tanto de software como infraestrutura), e investimento baixo, tanto para implementar quanto para manter.  Além disto, houve a popularização da mobilidade e do trabalho remoto, que impulsionaram a aplicação da Computação nas Nuvens e em paralelo do Software como Serviço.

No SaaS, a única infraestrutura requerida pelo cliente é o seu próprio computador e uma conexão a internet,  já que as outras camadas estarão a cargo do fornecedor (Aplicação, Plataforma e  Infraestrura).  Como o software passa a ser fornecido como um serviço, o usuário não paga para adquiri-lo, mas sim para utilizá-lo ou para utilizar certas funcionalidades (existem casos em que não ocorre cobrança, e os desenvolvedores obtém receita através de outros meios, como publicidade), este pagamento geralmente é uma mensalidade, com o custo muito abaixo do que a compra de um software similar.

Mas, então é muito mais vantajoso para os desenvolvedores venderem o software? Eles vão ganhar mais.

Inicialmente sim, a compra de um produto de software geralmente tem um custo elevado, e é muito superior a mensalidade de um serviço como algumas aplicações SaaS. Porém a  longo prazo, este novo modelo de negócio é muito vantajoso, tanto para clientes quanto desenvolvedores, o sistema pode ser escalavel, e aplicado em milhares de empresas, reduzindo os custos de desenvolvimento, as atualizações são aplicáveis de maneira automática para todos os usuários, fazendo com que não haja problemas de versões do mesmo software rodando para dar manutenção, falando nisso, o custo de manutenção cai bastante, evitando deslocamentos e configurações nas máquinas dos clientes.

Então SaaS é uma maravilha, vamos implantar hoje?

Tudo tem um porém, e no SaaS existem alguns que ainda necessitam uma melhor abordagem.  Entre eles está a segurança das informações, o cliente ou usuário deve ter muita confiança no fornecedor do serviço, já que seus dados estarão guardados com ele. Questões relevantes como taxa de UPtime (Porcentagem de tempo diário em que o serviço terá que ficar disponível), backup, criptografia de dados,

acesso de terceiros a informações internas devem ser levadas em consideração na implantação de um modelo de software assim.  Além disso, as customizações no sistema deixam de existir ou são reduzidas drasticamente, pelo modelo de negócio do SaaS que visa a escala do serviço, ou seja atender com um mesmo produto o maior número de clientes.

Existe também a questão para o desenvolvedor que terá que investir bastante tempo para resolver estas questões relacionadas a segurança e confiabilidade do serviço.  Muitas empresas fornecedoras de ferramentas SaaS utilizam do cloud computer  para implementar sua Infraestrura (IaaS) e Plataforma (PaaS), passando para terceiros (geralmente de maior porte) estas questões estruturais, passando a focar no desenvolvimento e na segurança interna do aplicativo.

Principais Benefícios

- Custos Reduzidos

- Não há necessidade de investimento ou upgrade de hardware.

- O Software passa a ser uma despesa, e não como um ativo fixo.

- Suporte técnico mais rápido e sem a necessidade de deslocamento de equipe.

- Serviços acessíveis de qualquer lugar e qualquer hora.

- Upgrades são passados para todos os clientes de forma automática.

Exemplos de SaaS

Google Docs, Pixlr (Editor de Imagens na Web), AgilERP

Screen do Pixr

Então é isso pessoal, Até a Próxima!

 

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Tipologia da Computação nas Nuvens: Plataforma X Infraestrutura

No post anterior falamos sobre o Cloud Computer, mas ficou faltando detalhar um pouco mais sobre alguns temas importantes, hoje falaremos de alguns deles. Vamos começar pela tipologia do Cloud Computer, que pode ser determinada pelo serviço fornecido, como infraestrutura, plataforma, desenvolvimento, software e comunicação.  Vamos falar de duas deles hoje, suas semelhanças e diferenças, a IaaS(Infraestrutura como Serviço) e PaaS (Plataforma como Serviço).

IaaS (Infraestrutura como Serviço): As empresas geralmente investem recursos para fornecer uma infraestrutura que atenda a maior parte das necessidades de processamento, armazenamento, comunicação de informações. Porém estes recursos são geralmente caros, e tornam-se obsoletos cada vez mais rápido. IaaS surge levando toda essa estrutura para as nuvens, transformando em um serviço o que antes eram apenas equipamentos adquiridos.

Em vez do cliente comprar um servidor, ela contrata o serviço de uma empresa que irá fornecer um datacenter que pode ser adequado proporcionalmente as necessidades específicas, ou seja pode ser dinamicamente escalavel.

Uma das características do IaaS, é a virtualização de servidores. Utilizando de uma definição simplificada a virtualização trata do compartilhamento de hardware, permitindo a execução de vários sistemas em uma única máquina,  tendo acesso a este hardware porém de forma virtual. Como exemplo temos os emuladores de Video Game que podem rodar nos computadores.

Vantagens da Infraestrutura como serviço, existem várias, mas creio que a mais relevante é o melhor aproveitamento dos recursos e a diminuição do desperdício.  Fazendo uma analogia, se cada empresa possuir um carro para ir ao mesmo caminho, iria poluir e gastar bem mais do que se estas se juntassem e utilizassem o mesmo transporte coletivo.

Exemplos: Cloud Server da Locaweb, EC2 da Amazon.

PaaS (Plataforma como Serviço): Fornece toda uma estrutura para o desenvolvimento de aplicações sem a necessidade de se adquirir e gerenciar hardware e software. Esta Plataforma que está sendo oferecida como serviço, atende a demanda de desenvolver, compilar, debugar e testar uma aplicação, abstraindo hardware e sistema operacional.

Um dos exemplos mais simplificados de PaaS são os serviços de hospedagem de sites, já que oferecem ferramentas para a interpretação ou compilação de código,  gerenciamento de arquivos, desenvolvimento de aplicações, instalação de recursos, entre outros. Em alguns casos pode-se alocar e escalar recursos remotamente também.

Com o PaaS as empresas e desenvolvedores podem focar apenas em inovação, deixando para terceiros a parte relacionada a infraestrutura. Este modelo massifica o acesso a um grande poder computacional para qualquer um com acesso a internet.

Exemplos: Google AppEngine, Amazon S3 e Azure da Microsoft

Mas e aí? Tá parecendo tudo igual. Qual a diferença entre as duas?

A diferença principal da Plataforma como Serviço (PaaS) para a Infraestrutura como Serviço (IaaS), é que a primeira é mais restritiva em suas opções de gerenciamento, já que trabalha em um nível superior de abstração, o usuário passa a deixar de lado a parte de configuração do hardware e questões mais operacionais e focar em decisões relativas ao desenvolvimento, como frameworks, sistemas de arquivo, etc.  sendo assim é fácil afirmar que a implementação de uma solução de PaaS é muito mais simples que uma IaaS.

Fazendo um balanço simplificado dos dois tipos, podemos dizer que IaaS é a infraestrutura que inclui Hardware (discos Rígidos, memória, servidores), conexão e geralmente ao sistema operacional. Pode existir diversos tipos de infraestrutura como um único servidor compartilhado, um servidor dedicado e um cluster de servidores, etc. Enquanto que no PaaS, estas camadas relacionadas a infraestrutura são abstraidas, chegando o mais  próximo do usuário final, simplificando o processo. No PaaS a plataforma é utilizada para construir as aplicações.

Exemplificando: Apache-MySQL-PHP pode ser considerado uma plataforma de desenvolvimento, é este serviço que é adquirido no PaaS, enquanto o serviço de IaaS, está ligado aos servidores e a conectividade.

Conclusão

Em Cloud Computer existem camadas, a partir do momento que subimos de nível, passamos a abstrair o nível abaixo. IaaS está no nível de Hardware, o nível mais baixo, enquanto o PaaS, é a plataforma de ligação, o Midle layer, e o nível mais alto é o de software (SaaS).  Tentando exemplificar mais ainda, quando utilizamos o Google Docs por exemplo (SaaS) não nos preocupamos em que plataforma ele está sendo rodado (PaaS), nem muito menos a quantidade de memória e servidores que estão sendo alocados(IaaS).

Então é isto pessoal, falamos um pouco sobre essas duas vertentes dentro da Computação nas Nuvens, tentando deixar de forma mais clara as diferenças entre elas. No próximo post irei abordar o SaaS (Software como Serviço), esse talvez, o mais difundido tipo de Cloud Computer.

Até a próxima!

Referências:

http://readwriteweb.com.br/2010/06/07/voce-sabe-o-que-e-saas-paas-e-iaas/

http://imasters.com.br/artigo/14228/cloud/paas_cloud_computing_virtualizacao_e_o_futuro_parte_02/

http://searchcloudcomputing.techtarget.com/definition/Platform-as-a-Service-PaaS

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Vamos falar de Computação nas Nuvens(Cloud Computer)

Evolução, no mundo da tecnologia isso é uma constante. Já tivemos a era dos Mainframes, depois a revolução dos computadores pessoais, computação móvel, etc. Agora temos mais uma revolução ocorrendo, impulsionada pelo termo de computação Ubíqua, que seria em uma definição simplificada uma pessoa para vários computadores, diferente dos Mainframes (um computador, muitas pessoas) e dos Computadores pessoais (um computador para uma pessoa).

Hoje geralmente temos um computador no trabalho, um computador em casa, um laptop, um celular, e até um tablet, mas seria interessante você ter acesso aos seus arquivos em qualquer um deles em qualquer período, mas como faríamos isso? Sair fazendo cópias destes arquivos em cada máquina seria uma opção, porém se você alterar um deles em um disposivo terá que copiar novamente para todos os outros, isso seria no mínimo trabalhoso, para não dizer ineficiente.  A partir dessa premissa temos a adoção da Computação nas Nuvens (Cloud Computer).

Sim, tudo muito bonito, mas o que é Computação na Nuvem?

Nós já adotamos a Computação na Nuvem mesmo sem perceber, ao colocarmos nossos documentos no Google Docs, ao salvar nossos favoritos no Delicious, ao guardar arquivos no Dropbox. Mas vamos para uma definição mais formal, Cloud Computer é utilizar recursos e serviços computacionais fornecidos através da internet.

Mas você pensa que este conceito é recente? Muito pelo contrário, ele surgiu na década de 60,  com o cientista Jonh McCarthy que propôs a computação como um modelo de serviço, distribuído como água e energia. Você teria o receptor (como o padrão de energia), este seria o nosso computador, que receberia todo o serviço de servidores externos (Central de Distribuição ou Abastecimento).

 

Com esta idéia, os computadores só precisariam de um sistema operacional (Para fazer a gestão do Hardware), um navegador de internet (Faria a ponte entre os serviços e o computador) e claro, acesso a internet. Não a toa que a Google está investindo pesado no desenvolvimento do Chrome OS um sistema operacional todo nas nuvens, na verdade ao ligar o computador você só tem o navegador e todos os seus serviços disponíveis na internet. O pensamento da empresa é de fazer os usuários migrarem suas informações, documentos e arquivos para os serviços na internet, para que estes possam estar sempre disponíveis. Para demonstrar esse conceito, na divulgação do Chome OS são destruídos vários Notebooks, porém os dados continuam intactos e accessíveis.


Screen do Chrome OS

Principais Características

É baseado em serviço ( o Software passa a ser um serviço para você), é escalável (Os upgrades se tornam invisíveis, os servidores passam a definir a carga de acordo com as suas necessidades atuais, você pode tanto aumentar seu poder de processamento para um período de pico como diminuir para momentos de ociosidade), flexibilidade, compartilhamento, trabalho colaborativo mais facilitado  e logicamente utilização da tecnologia web.

Mas esse tal de Computação das Nuvens não tem desvantagens?

Sem internet – Sem computador: Este é um problemão, se a internet ficar indisponível ou lenta, seus recursos também estarão indisponíveis. Solução: Com a adoção dos padrões do HTML5, como Local Storage, e adoção de Plugins em que as informações tenham uma cópia local para acesso em momentos de indisponibilidade do serviço.

Segurança e Privacidade: Teremos que confiar no fornecedor no serviço, já que nossos dados estarão em poder de terceiros.  Atualmente vemos o problema da falta de segurança com os serviços da Sony, o PSN, em que dados foram expostos por hackers. Solução: Isso é o mais óbvio, investimento pesado em segurança dos dados.

Concluindo

Creio que a Computação nas Nuvens é o futuro da utilização de recursos computacionais, que apesar de algumas preocupações, as vantagens,  econômicas e  do uso racional do poder computacional superam estes riscos.

Investimentos para a viabilização dessa arquitetura vem sendo feitos, mas é necessário principalmente, disponibilizar a internet como um serviço essencial, em todos os lugares.

As idéias e definições sobre Cloud Computer ainda estão se definindo, ainda existem divergências de pesquisadores sobre alguns conceitos, mas este foi um apanhado e um tentativa de contextualizar meu entendimento sobre o assunto.

O que Faltou Falar

Em um só artigo destrinchar um tema tão rico é difícil, então faltou falarmos sobre Virtualização de servidores, os conceitos derivados de Cloud Computer como Saas, PaaS, DaaS,IaaS, além de especificar sobre segurança dos dados nas nuvens, assuntos que falaremos num futuro artigo.

Um Videozinho para Ilustrar

Referências

http://www.hardware.com.br/artigos/revolucao-invisivel-computacao-nuvem/

http://info.abril.com.br/noticias/ti/o-que-e-a-computacao-na-nuvem-27062009-6.shl

http://imasters.com.br/artigo/10157/tendencias/computacao_nas_nuvens_-_parte_i_/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem

http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/tecnologia/2009/03/06/117652-cloud-computer-o-futuro-esta-nas-nuvens

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O que é mesmo uma Startup?

Startup é um termo que vem sendo largamente utilizado hoje, principalmente na impressa especializada em tecnologia, sempre ouvimos falar que startup tal foi vendida por milhões ou recebeu um investimento de capital de risco de outros milhões, mas o que realmente tudo isso significa.  Esse termo passou a ser utilizado a partir da 1ª(Outras virão?) Bolha da Internet, uma mistura de definição e tradução  seria algo como iniciar uma empresa e fazê-la funcionar.

Mas não basta ser uma empresa “nascente”, a inovação e o dinamismo necessitam estar presentes, pois geralmente as startups trabalham com a geração de idéias e a transposição dessas em modelos de negócios que podem ser amplamente utilizados. São empreendimentos  que estão na fase de implementação do seu modelo de negócio e organização das operações, são ligadas geralmente a inovação  e quase sempre com base tecnológica.

Segundo Fabio Seixas do Camiseteria, Start-ups são o playground de pessoas inovadoras. Nesse ambiente é possível inovar sem ser muito recriminado, ao contrário do que acontece em empresas estabelecidas, onde o ambiente normalmente não favorece a inovação.

A definição melhor aceita pelos especialistas vem do americano Steve Blank, criador de mais de 8 Startups, segundo ele uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Mas porque extrema incerteza? Isso é fácil de responder, já que são idéias inovadoras,  não existe ainda um mercado consumidor,  nem uma demanda, então só se pode tentar prever a aceitação ou não do negócio.

Exemplos de startups?

Camiseteria – Startup Brasileira que tem um modelo de colaboração entre os usuários que podem enviar e votar nas possíveis camisetas que são vendidas.

TweetDeck – A Startup responsável pelo excelente cliente de Twitter para Desktop, com aplicativos para celulares e computadores. Recentemente surgiram rumores de uma possível venda da empresa para o Twitter por milhões de dolares.

BooBox.com – Startup brasileira responsável por um sistema de publicidade para mídias sociais.

Milhares de Startups surgem diariamente no mundo, o Brasil não fica atrás, muitas delas não chegam a realmente atingirem o sucesso, mas com o mercado aquecido, com investidores de capital loucos para investir no próximo Facebook, essa tendência tende a crescer ainda mais.

E esse investimento de Capital de Risco?

É mais conhecido como Venture Capital, são investimentos feitos nestas empresas para que elas possam crescer (Escalavel) e  multiplicar o investimento. Pense em quem investiu no Facebook no início? Cada 1 real investido deve estar valendo 1000 reais (Isso só no chutomêtro).

As vezes este investimento é feito apenas em uma idéia ou modelo de negócio que ainda nem foi implementado, como foi falado anteriormente por isso o capital de Risco pois as condições são ainda incertas.

A Startup entra com a idéia, a capacidade de execução e o investidor com o que falta, os recursos financeiros. Mas ninguém é louco de dar dinheiro assim e pronto, ocorre geralmente um acompanhamento e um auxílio na estratégia comercial.

11 em cada 10 Startups sonham em receber um aporte de capital. mas não basta uma boa idéia, pegando uma definição do Marco Gomes, CEO do Boo Box,  uma idéia sozinha, não sustenta um bom investimento. É importante ter uma maneira prática pra demonstrá-la.

Se quiser saber mais sobre Venture Capital, esse post do Marco Gomes explica muito bem os pormenores.

Para finalizar, um ponto importante é falar também do Modelo de Negócios que tanto foi comentado, ele descreve como a empresa vai criar, entregar e capturar valor, mas não só relacionado a dinheiro, mas outros aspectos também,  como trafego, utilização do serviço , usuários cadastrados, etc.

Mas este modelo pode ser alterado, customizado e adaptado sempre para melhorar esta busca do valor. Como é possível observar no filme a Rede Social, quando Eduardo Saverin quer finalmente monetizar o Facebook, e Zuckeberg responde, nós nem sabemos qual o nosso negócio ainda (Não é uma transcrição exata, é só para o entendimento do fato). Eles já geravam valor pelo número de usuários cadastrados e ativos, e é isso que mais chamou a atenção para os investidores.

Então é isso. Até a Próxima!

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Hello World

Este é o meu primeiro post, no meu primeiro blog. Sempre fui muito mais consumidor de informação do que produtor na web, porém depois de concluir a faculdade vinha sentindo falta de escrever algo que não fosse código, acho que pra não me sentir meio que um ogro.

Esta é uma tentativa de viabilizar um Hub digital, ou seja, esta será uma compilação do que eu achar útil e interessante no meu aprendizado diário, portanto escreverei sobre tecnologia, engenharia de software, metodologias ágeis (com intenção de me preparar para  a monografia da Pós graduação), programação, xhtml, css, o mercado web em Vitória da Conquista (Minha cidade) e na Bahia e expor alguns dos meus trabalhos. Mas a principal motivação é desenferrujar minha produção textual, portanto tentarei ao máximo manter este espaço atualizado.

Ainda não sei qual será o público alvo, nem sei se haverá público para mais um blog sobre programação e tecnologia, mas como sempre fui ávido consumidor de informações sobre estes temas e gostaria de guardar algumas descobertas e opiniões que as vezes se perdem no meio de tantos aquivos no computador.

Então… Let’s Go…

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